O aguardado quarto álbum de Ariana Grande, “Sweetener”, será lançado neste verão (20 de julho) e, em uma nova entrevista, ela discute o simbolismo do nome de seu álbum que interliga ao ataque terrorista no dia 22 de maio, em Manchester – Reino Unido, após o término de um de seus shows da grade da Dangerous Woman Tour.

A cantora de 24 anos escolheu o título “Sweetener” — adoçante traduzido ao idioma brasileiro — para mostrar aos fãs que pode haver triunfo diante de situações difíceis, como ela mesma conta à TIME, na qual estampa a edição deste mês de maio — a tradução da matéria completa com Ariana já está em andamento e postaremos em breve. “Quando você recebe um desafio, em vez de ficar sentado reclamando, por que não tentar fazer algo bonito?” ela diz. O álbum e seu single “No Tears Left to Cry” representam a resiliência após o trágico bombardeio durante o seu show em maio de 2017.

O vídeo de “No Tears Left to Cry” homenageou as vítimas com a imagem de uma abelha, símbolo de Manchester. Após o ataque, Ariana ajudou a organizar um concerto beneficente para as vítimas e sobreviventes. Ela falou brevemente sobre o incidente de 22 de maio, mas absteve-se de ir em profundidade para evitar ”dar-lhe tanto poder”.

De acordo com a entrevista, fazer as pazes com a situação tem sido um processo diário para ela, mas Ariana disse à TIME que ela está atualmente em um bom lugar. “Estou feliz. Estou chorando, mas estou feliz”, disse ela.